Se matou, antes disso, transformou a poesia brasileira
O Rio antigo respirava um rumor de eletrodomésticos, maresia e silêncio impreciso. Ana Cristina Cesar nasceu nesse ar, em junho de 1952, entre estantes que pareciam respirar e bilhetes que tremiam sobre as páginas. Seus cadernos exigiam mais espaço que o corpo; nos livros, havia chamas que teimavam em dizer. Ela cresceu aprendendo a soletrar […]
Se matou, antes disso, transformou a poesia brasileira Read More »